Um Desastre Perfeito. Comédia Romântica +18

Você acha que a sociedade é injusta com as mulheres? É justo que uma mulher que cria seus filhos sozinha seja marcada como uma mãe ruim por uma coisa ou outra e que um homem que cria seus filhos sozinho desperte olhares de compaixão e palavras de apoio e encorajamento?


Sim, Alexis sabe como a sociedade é injusta porque dia após dia a vida se encarrega de lembrá-la disso; e senão, há sempre Bethany Malone para lembrá-la que, como mãe e mulher, ela é um desastre.

Mas Alexis se esquiva – um pouco – do comentários dos outros desde que seus filhos tenham comida na mesa, um teto que os proteja e a ela, sobretudo ela, para lhes dar o amor que só as mães sabem dar.

Da sua parte, Henry é viúvo e a morte repentina de sua esposa somada à pré-adolescência de sua filha não facilitam as coisas para ele; felizmente, não lhe falta ajuda, embora não goste da compaixão que têm por ele e que, por ser homem, seja considerado um inútil em casa ou no que diz respeito à educação de sua filha.

O que vai acontecer quando Henry e Alexis se cruzarem e descobrirem que podem se apoiar como uma equipe, embora suas vidas sejam tão diferentes?

um desastre perfeito

Quando entrou na sala de espera, encontrou-se com Bethany Malone vestida de maneira impecável. Com o cabelo tão arrumado que parecia ter saído recentemente do salão de beleza e com uma manicure invejável.
Achava que essa mulher devia ter um pacto com o diabo.
Ser mãe em tempo integral de quatros seres que pareciam conseguir se sentar à mesa com a realeza e manter-se à altura da ocasião; cuidar de maneira tão maravilhosa da casa, família e esposo e além disso ter tempo para o cabelo, vestidos e manicure, tinha que ter feito um pacto com alguém.
Ou criados e até onde sabia, Bethany odiava a criadagem porque gostava de se regozijar das suas habilidades grandiosas que a tornavam na ‘mãe perfeita’.
A esposa perfeita. A dona de casa perfeita.
A mulher exemplar.
Alisou o próprio cabelo na tentativa de não parecer despenteada. Nem se lembrava se havia conseguido se pentear naquele dia de manhã.

Bethany olhou para ela com reprovação, como sempre.

E ao ficar na frente dela, sempre se sentia menosprezada e perdia a pouca autoconfiança que, às vezes, deixava o mundo ver, querendo sair correndo para que ninguém a julgasse por levar uma vida desorganizada, porque simplesmente não sabia onde diabos encontrar o maldito equilíbrio para conseguir alimentar três crianças, cuidar delas, dar-lhes amor e encontrar espaço para tentar não perder a casa ou qualquer um dos seus empregos no processo.

Compre agora:

Um Desastre Perfeito

Leia as primeiras páginas aqui:

Stefania Gil nas Redes Sociais:

Compartir en las redes:

Deja una respuesta

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *