Não Penso em Deixá-la ir. Romance Contemporâneo +18

Calvin e Bridget estão noivos, no entanto não demonstram a felicidade de um casal que planeja seu futuro casamento.

E embora estejam convencidos que são feitos um para o outro e se sintam seguros do amor que professam, tudo parece desequilibrar-se quando Bridget tem de colocar uma distância entre eles por causa de um assunto de «família». Esta distância, que parecia tão inofensiva e insignificante, será a chave para entender que seus verdadeiros amores estão em outras pessoas que deixaram para trás há muitos anos. Pessoas que acreditavam ter esquecido, mas que na verdade só estavam relegadas a um canto do coração esperando ter a oportunidade para deixar escapar uma lembrança que pudesse reavivar o sentimento mesmo se fosse por alguns segundos.

Nenhum dos dois esperava ter este encontro com o passado. Principalmente Calvin, que a cada encontro com Elena, a enfermeira do seu pai, lembra a todo instante daquela garota que uma noite roubou seu coração e que ele nunca conseguiu esquecer. Elena acaba de retornar aos Estados Unidos após deixar as cinzas da sua mãe nas águas azul-turquesa do mar do Caribe. E agradece que a família Wagner, mais uma vez, a ajude a seguir em frente conseguindo uma boa oportunidade de trabalho para cuidar da saúde de Baltashar Eldridge, um homem de quem se recordava pouco, mas de um jeito bom, graças a alguns verões que a família Eldridge passou as férias na casa dos Wagner.

Parecia uma excelente ideia se reencontrar com seus amigos de infância: Alex, Emerick e seu amor platônico quando criança, Calvin.

O que está reservado para Elena e Calvin?

O que têm em comum Elena e a garota que roubou o coração de Calvin naquele verão em Santa Mônica?

Calvin se tornará em algo mais do que um «amor platônico» para Elena?

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— Às vezes tenho a sensação que conheço Elena de algum lugar, é estranho não?
Baltashar olhou para ele com um sorriso.

— Não, é o que dizem das almas gêmeas, que se reconhecem.
— Papai, sério, não estou nem perto de me sentir atraído por Elena.
— E por que a alguns instantes você me olhou com ódio quando sugeri que ela arranjasse um namorado?
Calvin voltou a franzir o cenho.
— Papai, faz pouco tempo que Brie e eu rompemos.
— E? Em algum lugar há uma regra de tempo para deixar que os sentimentos fluam quando outros acabaram?
— Não.
— Então é possível que você goste de Elena.
— Não, papai, não é meu tipo.
— É exatamente seu tipo, Calvin. Todas as garotas antes de Brie eram como ela.
Calvin ficou pensando por alguns segundos, analisando aquele comentário do seu pai.
Era verdade. Não houve muitas garotas na sua vida, mas todas tinham características semelhantes.
Mais uma vez pensou na garota da praia porque, por uma curiosa coincidência da vida, todas essas garotas que passaram pela sua vida se pareciam em algo com a garota da praia.
— Talvez seja porque me lembra de uma garota que conheci no verão em que estive em Santa Mônica.

— Não ouvi nada sobre esta garota.

— Porque às vezes gosto de pensar que eu a sonhei.

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